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Tecnologia

EUA proíbem IA chinesa DeepSeek em órgãos federais; China cobra revogação

Agências civis terão de apagar produtos da DeepSeek e serviços que usam o modelo chinês.

Chip de computador com a sigla AI em placa de circuito
A DeepSeek é uma inteligência artificial desenvolvida na China. Foto: Unsplash

Em resumo

  • O Departamento de Segurança Interna dos EUA proibiu a inteligência artificial chinesa DeepSeek em órgãos federais; a China cobrou a revogação.
  • Agências civis devem remover produtos da DeepSeek e serviços baseados no modelo, e ficam proibidas de comprá-los.
  • A proibição não vale para usuários comuns.

O governo dos Estados Unidos proibiu o uso da inteligência artificial chinesa DeepSeek em órgãos federais. A decisão do Departamento de Segurança Interna (DHS) foi anunciada no dia 19 de outubro, com base em um memorando de julho. Segundo o g1, a China exigiu a revogação da medida.

Ilustração com as três medidas da proibição da DeepSeek nos órgãos federais dos EUA
O que muda nas agências do governo americano. Arte: Turbinado

O que muda

  • Agências civis federais devem remover produtos da DeepSeek e serviços de terceiros baseados no modelo;
  • fica proibida a compra desses produtos e serviços;
  • os órgãos devem monitorar o tráfego dos sites do governo.
Fileira de servidores com luzes verdes em data center
O receio dos EUA é o envio de dados sensíveis para fora do país. Foto: Unsplash

Por que os EUA tomaram essa decisão

O DHS afirma que dados sensíveis poderiam ser repassados à China, que o uso da ferramenta permitiria obter informações sobre cidadãos e órgãos americanos e que os modelos poderiam ter malware ou falhas de segurança. O Departamento de Comércio, a Marinha e os estados de Nova York, Tennessee e Virgínia já tinham vetado a DeepSeek em aparelhos oficiais.

Posso usar a DeepSeek no meu celular?

A proibição vale para órgãos do governo americano, não para usuários comuns. Em qualquer assistente de IA, evite colar documentos pessoais, senhas ou dados de clientes.

FontesCom informações de g1, Forbes Brasil.