O conselho que supervisiona as decisões de moderação da Meta, dona de Facebook, Instagram e WhatsApp, apontou falhas "recorrentes" na forma como a empresa trata publicações sobre as eleições brasileiras, segundo o g1.
A avaliação chega no meio de uma pressão maior sobre as plataformas na reta final da campanha. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ouviu a Meta e as campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro sobre a distribuição de conteúdo nas redes.

MPF abriu procedimento contra Meta e X
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, abriu um procedimento para avaliar a moderação feita pela Meta e pelo X. O pedido partiu das organizações Artigo 19, Conectas, Sleeping Giants Brasil e CTRL+Z, que reuniram mais de 1.000 relatos de bloqueios, remoções e suspensões de contas durante a campanha.
As empresas receberam prazo de cinco dias para explicar:
- se as remoções vieram de ordens judiciais ou de sistemas automáticos;
- como os usuários são avisados;
- quais canais existem para contestar a decisão.

Teve o post removido? Veja o que fazer
As duas plataformas têm opção de recurso dentro do próprio app, na notificação de remoção. Guarde prints da publicação e do aviso recebido. Isso ajuda caso você precise levar o caso adiante.




