O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento em que autoriza a divulgação dos seus sigilos e dos de parentes, com uma condição: que o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), faça o mesmo.
A promessa foi feita em ato de campanha em Porto Alegre, no fim de semana. Lula disse que o pedido incluiria os sigilos bancário e telefônico dele e dos cinco filhos. A ideia amplia um desafio lançado no debate da Band, no domingo (18).

O que acontece agora
Abrir o sigilo de um candidato não é etapa obrigatória do processo eleitoral. O documento funciona como uma autorização voluntária. Até a publicação desta reportagem, não havia manifestação de Flávio Bolsonaro sobre o pedido.

Agenda da reta final do 2º turno
- Quarta (21): não há debate. Flávio foi convidado para sabatina no SBT;
- Sexta (23): debate na TV Globo, depois do Jornal Nacional, com transmissão na GloboNews e no g1;
- Domingo (25): votação do segundo turno.
Outros debates programados, como o da Record, não aconteceram porque os candidatos não confirmaram presença.




